domingo, 29 de agosto de 2010

Deletando fantasmas

O passado nos deixou um aprendizado   
mas não deve ser reprisado
 

Quem segue olhando pra trás
em vida jaz  


Quem vira as páginas do passado 
anda leve, aliviado  

Antigas crenças
são como velhas doenças  

Melhor que voltar
é caminhar 

Quem inova
se renova  

Buscar nova direção
é evolução

Dane-se o que já era!
Todo dia é tempo de reinvenção

Aprendiz de ser feliz

Fale agora, faça já!
O tempo não vai parar 
 

O futuro ferra
quem hoje erra 
 

Quem atenta aos erros iniciais
evita os erros fatais  

Não deixe o tempo passar
sem passar pelo tempo 
 

A verdadeira sabedoria
é estar pronto para se aprimorar


Pela vida se deve lutar!

E pela morte não se deve esperar

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Do amor

Do amor vem o tripé:
  a paz, o bem, a fé

Do amor, o sentido da existência
Ao amor, deve se curvar a ciência

Do amor menos se deve conter
e mais se deve cantar

Menos se deve comedir
e mais se deve cometer

Pouco se fala -do amor
e mais se deixa de dizer

Do amor 'inda não se amou
tudo o que há pra se viver

Do amor 
vem a esperança da eternidade

Do amor 
vem a força que sustenta a humanidade

sábado, 21 de agosto de 2010

Poema que vale a pena

O amor é fonte de inspirações
para as mais belas e humanas realizações...

Amor é a mãe de todas as virtudes...


Amor é compreensão sem verbalização...

O amor tudo transpõe e de tudo dispõe...

Tudo pode e tudo sacode...

Como Deus, está em toda parte...

Tão perfeito,
mas todo dia deve ser refeito...

Amor verdadeiro, é absoluto e derradeiro...

O amor não se comede, se comete...

Se não explode, implode...

Dessa vida pequena, é o que vale a pena...

O limite do amor, é o amor sem limite...

 O mundo ainda existe, porque o amor resiste...

Amar é amparar e se doar
Não amar é se amputar e se doer...

Amar é cuidar da vida...

Amar... é tudo!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A mão que me ergue quando eu chafurdo na lama

Entre a fome de paz
e a sede de justiça,
a voz da mãe me acalma

Entre o sonho esquartejado
e o real desmantelado,
a mão da mãe me ampara

Entre a neurose mental
e o aneurisma cerebral,
a luz da mãe me cura

Entre a frustração de tudo 
e a sensação do nada, 
uma salvação:
                                                       
mãe do amor sem fim!