quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A mão que me ergue quando eu chafurdo na lama

Entre a fome de paz
e a sede de justiça,
a voz da mãe me acalma

Entre o sonho esquartejado
e o real desmantelado,
a mão da mãe me ampara

Entre a neurose mental
e o aneurisma cerebral,
a luz da mãe me cura

Entre a frustração de tudo 
e a sensação do nada, 
uma salvação:
                                                       
mãe do amor sem fim!