quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Rainha

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                                        -homenagem a Cecília Meireles


Cecília Meireles:

rosa eterna, murta imortal!

Aroma de fruta, incenso e flor

Da confidência e da Inconfidência

Do passado, da saudade, da dor 




A solidão em meio à multidão,

é Cecília

Maria e seu doce bom dia,

é Cecília 




Nos mares, nos vales, no tempo, no vento:

lá vai a Cecília 


Meninos felizes na escola estão lendo

(lá vem ela) 




Em teu espelho é que o trovador procura, Cecília:

tua face

teu brincar

teu pomar

teu poemar

e o teu poetar eternal

(nunca mais outra igual) 




Nem alegre, nem triste, poeta:

é a nossa Cecília...