quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Ao pai

Abraça teu rebento, e o mundo transfigura...
Aprimora os entes a tua mão de zelo...
Apazigua os teus, no amor, com enlevo...
Cândido pai, bem em criatura!

Oásis em frescor, doçura em fruta madura...
Liberta os corações petrificados em gelo,
a tua vibração apaixonada em beijo,
ó Bach em divinal partitura...

Escolhido por Deus, capacitado a gerar...
Modifica dos seres a história
-teu ato de cuidar

Do mundo a maldade, esta escória,
teu semblante sereno vem aliviar...
Fidelíssimo és tu! E joia!