sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Natal na leveza de um soneto

Crepúsculo de melancolia bela...
Fragrância de ares antigos...
Amores de amoras, divinos figos...
Lumes serenos espargem a vela...

O coração humano Jesus degela...
Criador e criatura se abraçam amigos...
Berço de palha e de ouro, nada ambíguos...
O Natal é para todos, Jesus revela...

Soneto amoroso e simples, como deveria
ser a natividade do pobrezinho rebento...
Coração humilde ao céu se arrebataria...

Cândida paz nos acalanta o pensamento...
Destino de ser esperança, poema, alegria...
Natal são flores presenteadas ao vento...