sexta-feira, 27 de abril de 2012

Pseudo soneto para o amigo

Essas coisas que dinheiro não compra:
confiança, compreensão, paciência...
Misterios que não desvenda a ciência:
acalma-nos a árvore, sua simples sombra...

Um elefante, e sua articulada tromba
A perfeição dos seres, na imperfeita quizomba
Sustenta de alegria, dê-se ciência,
o amigo, a amiga, presente da Onisciência...

Chuva aliviadora, pós tórrido sol
Providencial sol, pós água arrasadora
Chuva de prata, amigo, sol que doura...

Consolo que abraça, depois de cada dor...
Dia que resplandece, para revelar o amor...
Essência da vida, do poema. Ou da flor