quinta-feira, 12 de julho de 2012

Jacu-estalo

Nos relógios de parede, os cucos brincam...
Nas matas das baixadas, nem mais habitam...
Ninhos alheios, já nem parasitam...
O cuco era assim: cantador e solitário,
imitava do porco-do-mato, o brado,
e se alimentava de pequeno vertebrado...
E tudo é triste, porque é lembrado
como o cuco do relógio, de canto otário...