segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Cotinga-crejoá

Trancaram-na numa cela
Botaram no brinco a pena dela
E ao final, a panela...
É a ave, nas garras humanas!
Seu bioma, em loteamento
Seu solo vivo, em morto cimento
Seu canto alegre, esquecimento...
(Sob a ave, garras insanas!)