segunda-feira, 8 de outubro de 2012

foalheiro

Estranha a mata, sem o foalheiro...
E a lavoura, ao invés do poleiro...
E o silêncio, ao canto altaneiro...
A cana, o tráfico, a caça,
e a mata, em fragmentação,
a enxotar a ave sem chão...
Revoa o infeliz, sem direção,
asfixiando-se na fumaça...