sábado, 20 de outubro de 2012

poema sobre o Cartão de Natal -número dois

À espera no portão,
do significante cartão...

Da mão de carteiros apressados,
vinham anjos delicados...

As palavras escolhidas,
de pessoas mui queridas...

O desenho era europeu,
mas ninguém conta se deu...

O dos Correios, de valor moderado,
recebido de bom grado...

Que saudades do enlevo
das estrelas em auto-relevo...

Emanava o papel amor...
Inspirado no Redentor

Aquele mimo era mesmo especial...
Hoje é só virtual