sábado, 3 de agosto de 2013

O Natal está morrendo

A cada boa intenção guardada
morre o Natal

A cada dor não consolada,
morre o Natal

A cada mão cerrada
A cada tolerância esgotada...

E a cada riqueza acumulada
E a cada casa fechada...

A cada pão mofado,
morre o Natal

A cada perdão negado...
A cada passo desentusiasmado...

A cada olhar esfriado
A cada chamamento renunciado...

E a  cada princípio ético quebrado
E a cada presépio desfragmentado,

morre o Natal...