sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

O Natal de Djalma Santos


Guiou-nos a Estrela
'té Minas Gerais:
a cidade lumiada,
de arco-íris boreais...

Lampejo singular,
essa urbe clareada...
É lume de seres
em terra agraciada...

Homens, mulheres,
pra história do Brasil...
Entre tantos lumes,
 um bem varonil

que 'scolheu Uberaba,
rincão de luzeiros...
Reverenciemos nós,
co'a flor nos cruzeiros...

Sob o túmulo de Djalma,
que gostava dos Natais...
Sob a memória de Djalma,
nossos apreços leais...

Áurea refletidora,
Dj'alma da paz...
És fonte dissipadora
do amor vivaz!

A bondade é de Djalma,
e a luz, de Jesus...
O Natal é alegria,
a saudade, uma cruz...

 De novo o Natal,
vem doce a canção...
Da lembrança de Djalma,
 suave cintilação...