segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Ainda apegada (número dois)

Quero 'spalhar a saudade
em ares que eu possa arfar...
Teu nome quero grafar
n'areia que mar não invade...

Sob beija-flor de saudade,
a rosa se pôs a exalar...
O momento do brotar,
vou 'screver eternidade...

Quero beber água
que já correu pela ponte...
Quero lavar égua

co'a água da mesma fonte...
Voar junto a águia:
sempre o mesmo horizonte...