domingo, 19 de janeiro de 2014

Ainda apegada (número um)

Quero enterrar a saudade
ao pé d'uma montanha
que não me seja estranha,
para pegá-la mais tarde...

Quero enterrar a saudade
não lá na Alemanha,
mas aqui na entranha
da minha insanidade...

Quero dizer adeus
duro drástico:
tu, meu Zeus...

Um coração de plástico
menos fanático,
dai-me ó Deus!