sábado, 25 de janeiro de 2014

Na saudade (número dois)

Saudade de quem está vivo...
Posto que humano valioso,
ser de coração piedoso,
aperfeiçoa esse primitivo

mundo...Era compassivo,
no espinheiro, lírio mimoso...
Na feiura do mundo, garboso
condor redivivo...

O poema vem revelar,
que humana humanidade,
vem recobrar...

Mesmo em saudade,
fora da minha realidade,
cheiroso pomar...