terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Na saudade (número sete)

A brisa é meu alimento,
e meu nome é saudade...
Minha razão, na ebriedade,
meu dormitório, no vento...

Caduca meu pensamento,
no sombreamento da tarde...
Tudo que é amor, me arde;
for distância, desalento...

Tua despresença,
minha cousa divina:
minha desFlorença...

De banzo a sentença,
ser Capela Sistina...
Isenta em Renascença!