segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Na saudade (número cinco)

Certamente e mui brevemente,
para sempre irei lhe esquecer...
Sem antes de lhe dizer,
que meu âmago mente...

Pois estás intrinsecamente
diluído em meu ser...
Como é bom lhe ver,
permanentemente...

No sonho, ao vento,
no livro, em canção...
Seria o dia nevoento

e noite sem violão...
Tu jazesses ao relento,
longe do meu coração...