domingo, 26 de janeiro de 2014

Na saudade (número quatro)

Estou quase lhe esquecendo,
porque já estou sucumbindo...
A saudade me engolindo,
já estou quase morrendo!

Já chamei o Reverendo,
Pastor, mais um Rabino...
Tragam flores, toquem sino,
e o poema, vão escolhendo,

para minha despedida...
Pois cruel demais a vida
de quem respira ausência...

Esperança, só na ciência:
se clonassem o meu amor,
brindaria co'o alfajor...