sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Último abraço

Deixei-o partir...
Num momento de insensatez,
o homem de sol na tez,
deixei-o ir...

Deixei-o prosseguir...
O abraço, da última vez,
anunciava o tempo de três
mil anos de embutir

o sentimento do amor...
Amor em seu sentido veraz,
que nos leva a compor

canções lindas de paz...
Deixei fugir o condor:
restou saudade voraz...