quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Miragem

O medo me visitou a noite...
Sem lua, ai que pavor!
Nunca mais ver meu amor
-me golpeou como açoite...

Pânico no ar, bem assim...
Tirar meu amor de mim...
Síndrome, pane, trauma!
Sobrevivesse minh'alma...

O real me bate em cheio...
Sob plena luz ao meio-
dia, eis que vem:

sombra altiva de quem
me assombra saudade...
Eterna febre que arde...