quarta-feira, 4 de junho de 2014

O que levou o jogador Serginho do São Caetano (que morreu em campo), a correr atrás da bola?

O Serginho,
pra morar na memória...

Ele aqui,
no lado esquerdo do peito...

Quando partiu,
enlutou a primavera...

Abalou os amigos, 
a nação, os adversários...

Deixou-nos perplexos,
ao vivo, a cores:

se deitou na relva,
olhos já fixos no céu...

O Serginho,
menino bom e moço...

Por que o destino,
por que a finidade

das pessoas, das flores,
dos belos crepúsculos?

Por que essa dor,
a saudade, não passa?

Por que o viço da vida,
em folha seca?

Mas o Serginho imenso,
no tempo que lhe foi dado...

E esse tempo, bonança...
E o nome, humanidade...

O Serginho, 
a nos aclarar que o tempo

seca maçã, seca romã...
Que brotam na imediata manhã