sábado, 19 de julho de 2014

Visitante nº11

Sou a melodia do mantra,
sou a voz secular eterna
que terna vos lhes canta:
as venturas dos adventos e
desventuras dos passamentos;
o final das lutas mundiais,
o prelúdio das labutas nas Gerais...
Dobro-me e me dobro
ao Nino Divino, me reclino:
eu sou o Sino