quarta-feira, 23 de julho de 2014

Visitante nº15

Ao Que nasce para morrer,
trago ardor para a poesia...
Ao Que morre para viver,
eis mais bela melodia...
Sem alegria, não o dia 
amanheceria...
Amadureceria não, a fruta-pão,
sem a matutina canção ...
Sou eu que doce tom
pro céu azul...Sou o Uirapuru