segunda-feira, 28 de julho de 2014

Visitante nº20

Sonhos Lhe trago, Emanuel...
Fazer céu desse inferno,
desse inverno florir primavera...
Nova era no calendário
que vira, no campanário
o bronze revida, e a vida
mais que sempre esperança...
A dança ritmada do tempo
ao sabor do vento nirvaniano:
eu sou a Virada de ano