quinta-feira, 17 de julho de 2014

Visitante nº9

Perdoe-me não Lhe trazer
a rosa no cume do vigor...
Releve-me por não Lhe dizer
doçuras num mundo de amor...
Eu venho apressar a brasa,
arder com voracidade...
Venho Lhe trazer, Menino,
o futuro que tudo saudade...
Sou a inefabilidade do cruzeiro:
eu sou a Sombra da tarde