domingo, 10 de agosto de 2014

Visitante nº29

Veja, Jesus Menino, o que Lhe
trago: as marés incessantes,
as luas, os diamantes,
tudo o que sólido, mas avante,
se deslizaria, tal veleiro ao vento...
Um olhar de cumplicidade,
uma proposição de amor,
e já é saudade...Levar tudo 
rumo ao carvalho, sem tenuidade...
Assim eu sou: a Esperança, na eternidade