domingo, 10 de agosto de 2014

Visitante nº30

Aos pares trago, ao Menino Mestre,
a ingenuidade em listras e mesclas...
E a ousadia de erguer monumental
o sonho, forte e rijo ao temporal...
Minha casa blindada da fé de Tomé,
aferirá o mundo imerso
na natureza esgotada...
No esgoto e no lixo submerso,
chafurdará o povo em chorume breu...
Eu sou Noé, o que na Arca creu