sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Visitante nº34

Ao Cordeiro de Deus, eis
o meu presente: o espaço livre,
da guerra ausente... Sidéreos
sonhos, Éden sem serpente...
Mais azuis os céus, a fumaça
dissipou...A paz para a fauna;
madeira viva eu sou...
Sou terras sem um senhor;
os partos, nenhuma dor...
 Só sabe Deus, e nem eu, quem eu sou