sábado, 30 de agosto de 2014

Visitante n°43

Ao Nino do olhar castanho,
 amplidão de azul destamanho, brindar-Lhe
venho...Eu sou o anil do vazio
espaço preenchido de rio...
E do mar; mais ares de pio...
Eu, índigo. Eu, azul.
Eu, cerúlea desanuviada mente...
Infelizmente, Jesus e leitor,
pesado o clima, de pó e fedor...
Sai o blue resplandescente...Entra o revês
                                do condor