domingo, 31 de agosto de 2014

Visitante nº45

Ao Presépio eis que vem,
humana a alma, 
na tez vivaz de neném...
Eu não vi nesse 'spírito virgem-
divinal, a chance de açoitar
uma pena, uma pluma, um pica-pau...
Pudera paralisar esse momento,
não, Rebentos, não lancem ao vento 
a paz, o amor, inerente ao
brotamento...O Nascimento eu sou