domingo, 22 de fevereiro de 2015

Caminha Anchieta 
rumo ao eterno...
Não torrará o manso
no inferno

Caminha Anchieta
rumo a história...
Só o mais cândido,
nossa memória

Caminha Anchieta
sob a áurea do Pai...
Nas promessas
convicto Ele vai

A vida infinda,
a paz celestial...
Ganha o índio
no verbo coloquial

Sessenta anos
de acre jornada...
Afrouxamento,
que nada!

Arrebanha almas
às margens calmas
das claras águas
da Vila de Anchieta,

o Anchieta...

Que achou ouro
e não petralhou...
Levou ao altar:
a santa brilhou

Caminha Anchieta,
rumo a memória...
Só o mais reto,
na história

Notáveis passos,
por esse Brasil...
Remanescerás,
ó carvalho-brasil!