sexta-feira, 13 de março de 2015

Que manhãs garbosas
aquelas,
em que Anchieta,
sebo nas canelas!

Que maçãs cheirosas,
sem venenos,
daqueles tempos,
plenos, buenos...

Que sonhos de poemas,
Anchietanos...
Agradaram a gregos
e a troianos...

Que auto emanava
tão densa luz...
Que efusão instigava,
o nome Jesus...

Que utopia de paz
entre o manso e o europeu !
Glória Ele ministrava:
choveu

Que tempo de graça,
em lendária paisagem...
Eu me abalei,
ao avistar a margem

onde pisaram 
os pés do Senil...
Sob a nostalgia
-era um Abril,
.
caminhara o Eterno,
com seu cantil...
Este ícone,
de amor febril

pelo Brasil,
pelo céu anil...
Zelo que índio
nunca mais viu !