sexta-feira, 17 de julho de 2015

Magnífico mármore o teu,
Cachoeiro...

Em meio ao caos, teu apogeu,
Cachoeiro...

Longe de ti me doeu,
meu Cachoeiro...

O dedo especial é de Deus,
Cachoeiro... 

Teu seixo azulado
reluz

O que o poema ano-luz
não traduz

ó Cachoeiro...

Expelem teus vulcões
rochedos

Alegra-nos cristais
teus penedos,

Cachoeiro...

Gratidão a teus calcáreos
bonitos

Que distraem nossos gritos
aflitos,

ó Cachoeiro...

Louvor ao teu marmóreo
chão

Bela quão tua prima,
Alter do Chão...

E pisar em tal chão
dá dó,

meu Cachoeiro...

Luzidia gema
E só.