sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Assim caminha a humanidade...

Homens de laranja
Meninos no mar
Barcos revirados
Um rio a azedar

Faces molhadas
Mães chorosas
(não queriam as ditas
rosas cheirosas)

Bandeira negra
Chargista condenado
O de sempre, o de praxe
do ano passado

O avião sumido
até hoje, nada
Subiu a gasosa,
que bofetada!

Corrupção no Bra-
sil, já acostumados...
Pelos séculos vindouros;
passados...

Lá fora e cá
má sorte a mesma
Evoluímos assim
ao ritmo -lesma

Dois mil e quinze
que ano, que dano!
Que danação de ano,
que orelhas de abano!

Mas 'té que se tem
uma boa recordação...
Quem ora me lê,
não sofrido abdução