domingo, 20 de dezembro de 2015

Inezita Barroso

Sobre um velho lampião de gás,
e as coisas simples da terra...
Nossa raiz, lá do alto Ela rega,
ó quanta saudade, você me traz!

Sua bandeira, do Divino e da paz...
Café tão bom, ao pé da serra...
Minha rainha? Não da Inglaterra,
ó tanta saudade, você me traz !

Inezita, quisera eu poeta,
pra lhe rimar gratidão,
minha sabiazinha dileta...

A tua viola e o teu violão,
hão de lhe vivificar eterna,
ó meu luar do sertão !