quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Marília Pêra

Marília Pêra, maçã, doçura...
Mulher-trovão que o palco
estremeceu... Deixaste vácuo,
astro da mor-envergadura...

Ás que, na atual conjuntura,
desmantelou-nos o caco...
Nunca mais seu balacobaco,
sanando minha rasgadura!

Ela eleita, pra ser especial...
Ela eclética, numa grã-fina...
Noutra ela, travessa bossal ...

Dalva estrela ilumina,
ó elegante aurora zenital...
Em luz é que tudo culmina !